Vivência de mães adolescentes após o nascimento do filho

Autores

  • Amanda Lúcia Barreto Dantas Universidade Federal do Piauí – UFPI
  • Silvana Santiago Rocha
  • Ionara Mendes Coêlho
  • Rosana Alves Araújo

Palavras-chave:

Climatério. Menopausa. Saúde da mulher

Resumo

O climatério é uma fase biológica que acarreta transformações biopsicossociais. A população feminina brasileira totaliza mais de 98 milhões e aproximadamente 30 milhões estão entre 35 e 65 anos; despertando a necessidade de conhecer as alterações climatéricas. Trata-se de uma revisão bibliográfica que objetiva descrever as tendências da produção científica referentes às alterações na mulher climatérica, evidenciando a assistência e qualidade de vida. O levantamento foi realizado na base de dados BIREME utilizando os descritores: menopausa, climatério e mulher. A seleção obedeceu aos seguintes critérios de inclusão: publicações nacionais que abordaram a mulher e climatério com texto completo, no período entre 2001 e 2011, obtendo-se 26 publicações. Os resultados evidenciaram que o ano de 2008 concentrou a maioria das pesquisas com 23.07%, a abordagem qualitativa se destacou com 50%, a região Sudeste se sobressaiu com 84.62%, e o periódico de destaque foi a Revista Associação Médica Brasileira com 19.23%. Delimitaram-se as categorias: a mulher visivelmente no climatério, os pensamentos no climatério, a mulher climatérica e a sociedade, cuidando da mulher climatérica: uma melhoria na qualidade de vida. Evidenciou-se que, torna-se essencial que as mulheres conheçam essas alterações biopsicossociais, e que os profissionais saibam orientá-las oferecendo-lhes uma assistência integral para que obtenham uma melhor qualidade de vida. Descritores: Climatério. Menopausa. Saúde da mulher.

Biografia do Autor

Amanda Lúcia Barreto Dantas, Universidade Federal do Piauí – UFPI

Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal do Piauí – UFPI. Docente da Faculdade Santo Agostinho. Enfermeira da Maternidade Dona Evangelina Rosa.

Referências

ANDRADE, P. R.; RIBEIRO, C. A.; SILVA, C. V. Mãe adolescente vivenciando o cuidado do filho: um modelo teórico. Revista Brasileira de Enfermagem. Brasília, v. 59, n.1, p. 32, jan./fev. 2006. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672006000100006>. Acessado em 01 de novembro de 2011.

BERGAMASCHI, S. F. F.; PRAÇA, N. S. Vivência da puérpera-adolescente no cuidado do recém-nascido, no domicílio. Revista da Escola de Enfermagem da USP. São Paulo, v.42, n.3, p.454-460, set. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?/Revista da Escola de Enfermagem da USP - The adolescentpuerpera'sexperienceoftakingcareofthenewbornathomemht>. Acessado em: 16 de fevereiro de 2011.

BIGRAS, M.; PAQUETTE, D. Estudo pessoa-processo-contexto da qualidade das interações entre mãe-adolescente e seu bebê. Ciência da saúde coletiva. Rio de Janeiro, v.12, n.5, p. 1157-1124, set./out. 2007. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232007000500013>. Acessado em: 26 de nov. de 2011.

CARNIEL, E. F. et al. Características das mães adolescentes e de seus recém-nascidos e fatores de risco para a gravidez na adolescência em Campinas, SP,Brasil. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil. Recife, v.6, n.4, p.430, 431. out./ nov. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-38292006000400009>. Acessado em: 01 de mar. de 2011.

DIAS, A. C. G.; TEIXEIRA, M. A. P. Gravidez na adolescência: um olhar sobre um fenômeno complexo. Paidéia, Ribeirão Preto, v.20, n. 45, p. 126, 130, jan./abr, 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-863X2010000100015&lang=pt>. Acessado em: 28 de mar. de 2011.

GIL, A. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 5. ed., 2007. p.61

GACUPPO, M. C. Da idéia à defesa: Monografias e teses jurídicas. Belo Horizonte: Editora Mandamentos. 2. ed, 2003. p. 33

GONTIJO, D. T; MEDEIROS, M. "Tava morta e revivi": significado de maternidade para adolescentes com experiência de vida nas ruas. Caderno Saúde Pública. Rio de Janeiro, v.24, n.2, p. 455- 457, fev. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2008000200026&lng=pt>. Acessado em: 26 de nov. 2011.

HOGA, L. A. K. Maternidade na adolescência em uma comunidade de baixa renda: experiências reveladas pela história oral. Rev. Latino-Americana de Enfermagem. Ribeirão Preto, v.16, n.2, p. 284-285, mar./abr. 2008. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032006000800002>. Acessado em: 01 de Nov. de 2011.

MAGALHÃES, M. L. C. et al. Gestação na adolescência precoce e tardia – há diferença nos riscos obstétricos? Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Rio de Janeiro, v. 28, n.8, p. 432-434, ago, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?/Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia - Precociousand late pregnancy in adolescentsisthere a differencecomparingtheobstetric risks.mht>. Acessado em: 01 de mar. de 2011.

MONTEIRO, J. C. S. et al. Perfil da prática da amamentação em grupo de mães adolescentes. Acta Paulista de Enfermagem. São Paulo, v. 24, n.1, p.55-60. 2011 Disponível em:<http://dx.doi.org/10.1590/S0103- 21002011000100008>. Acessado em: 26 de nov. de 2011.

SILVA, L.; TONETE, V. L. P. A gravidez na adolescência sob a perspectiva dos familiares: compartilhando projetos de vida e cuidado. Revista Latino-Americana de Enfermagem. Ribeirão Preto, v.14, n.2, p. 202, 203, mar./abr. 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692006000200008.Acessado em: 01 de mar. de 2011.

SILVA, L. A. et al. Significados atribuídos por puérperas adolescentes à maternidade: autocuidado e cuidado com o bebê. Texto & Contexto – Enfermagem. Florianópolis, v.18, n.1, p. 54. jan./mar., 2009. Disponívelem:<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&pid=S0104-07072009000100006&lng=en&nrm=iso&tlng=pt>. Acessado em: 21 de fev. de 2011.

SANTOS, A. L. D. História de jovens que vivenciaram a maternidade na adolescência menor: uma reflexão sobre as condições de vulnerabilidade. Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Publica. São Paulo, v.1, s./n, p. 191, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?>. Acessado em: 25 de nov. de 2011.

STEFANELLO, J. et al. Significados atribuídos por puérperas adolescentes à maternidade: autocuidado e cuidado com o bebê. Texto & contexto enfermagem. Florianópolis, v.18, n.1, p.57, jan./mar, 2009. Disponível em: . Acessado em: 01 de novembro de 2011.

TOMELERI, K. R.; MARCON, S. S. Mãe adolescente cuidando do filho na primeira semana de vida. Revista brasileira de enfermagem. Brasília, v.62, n.3, p.357-358, mai./jun. 2009. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-71672009000300004&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acessado em: 26 de Nov. de 2011.

Downloads

Publicado

2013-10-09

Edição

Seção

Revisão