O idoso que vive com hipertensão arterial: percepção sobre a terapia medicamentosa

Autores

  • Jocilene Nascimento Oliveira Faculdade Santo Agostinho
  • Wanda Oliveira Bezerra Universidade Estadual do Piauí
  • Israel Coutinho Sampaio Lima UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ
  • Liana Dantas da Costa e Silva ULBRA
  • Maria Enoia Dantas da Costa e Silva Instituto Camilo Filho

Palavras-chave:

Idoso. Hipertensão. Planejamento de Assistência ao Paciente. Enfermagem.

Resumo

Esta pesquisa teve como objetivo descrever e analisar a percepção do idoso que vive com hipertensão arterial sobre a importância e adesão da terapia medicamentosa. Estudo qualitativo, descritivo-exploratório, realizado na Estratégia de Saúde da Família do bairro São João (equipe 046), na cidade de Teresina-PI, com 18 idosos, com diagnóstico de hipertensão arterial, fazendo uso de pelo menos um medicamento cadastrado na Estratégia de Saúde da Família. Os dados foram coletados, entre os meses de abril a maio de 2011, após a aprovação Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Santo Agostinho. Os dados foram analisados segundo Minayo, originando três categorias: percepção sobre a importância da terapia medicamentosa; motivos da adesão dos idosos ao tratamento medicamentoso e importância da orientação da enfermagem para adesão ao tratamento medicamentoso. Constatamos que menos da metade dos sujeitos da pesquisa, percebem claramente a importância do medicamento para o controle da pressão arterial, os idosos não têm conhecimento pleno sobre sua doença e o tratamento, a enfermagem exerce papel fundamental na adesão ao tratamento, pois é responsável por estabelecer um plano simples e ordenado. Concluiu-se que os sujeitos do estudo possuem pouco conhecimento sobre a hipertensão arterial, contribuindo para adesão incorreta ao tratamento farmacológico, necessitando de acompanhamento diário. 

Biografia do Autor

Jocilene Nascimento Oliveira, Faculdade Santo Agostinho

Enfermeira, Graduada pela Associação Teresinense de Ensino – ATE. Teresina, Piauí.

Wanda Oliveira Bezerra, Universidade Estadual do Piauí

Enfermeira, Graduada pela Associação Teresinense de Ensino – ATE. Pós-graduanda em Saúde Pública, pela UESPI. Teresina, Piauí.

Israel Coutinho Sampaio Lima, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Especialista em Urgência e Emergência, pelo Centro Universitário Internacional - UNINTER. Pós-graduando em Gestão, Auditoria e Perícia em Sistemas de Saúde, pela Universidade Estadual do Ceará – UECE. Enfermeiro, Graduado pela Associação Teresinense de Ensino – ATE. Teresina, Piauí. 

Liana Dantas da Costa e Silva, ULBRA

Mestre em Genética e Toxicologia, pela ULBRA. Especialista em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, pela UESPI. Psicóloga, Graduada pela Associação Teresinense de Ensino – ATE. Docente da Associação Teresinense de Ensino –ATE. Teresina-PI-Brasil.

Maria Enoia Dantas da Costa e Silva, Instituto Camilo Filho

Mestre em Enfermagem, pela Universidade Federal do Piauí – UFPI. Coordenadora do Curso de Enfermagem do Instituto Camilo Filho – ICF. Professora da Associação Teresinense de Ensino –ATE. Teresina, Piauí.

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Publicado

2013-10-07

Edição

Seção

Artigos Originais