Proposta de implantação de comissão perinatal sob a perspectiva dos profissionais de saúde em uma maternidade de alto risco de Imperatriz - MA
DOI:
https://doi.org/10.29327/2393773.1.18-2Palavras-chave:
mortalidade perinatal; comitê de profissionais; pessoal de saúde; mortalidade infantil.Resumo
Objetivo: analisar a percepção dos profissionais de saúde sobre uma proposta de implantação de Comissão Perinatal em uma Maternidade de Alto Risco de Imperatriz, Maranhão. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo de natureza qualiquantitativa. A população do estudo foi composta por 100 profissionais de saúde de diferentes categorias profissionais. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas baseadas em um questionário composto por cinco perguntas semiestruturadas fechadas. A análise dos dados seguiu a abordagem mista, sendo realizada por meio de análise de conteúdo e técnicas estatísticas. Resultados: foi verificado que as respostas destes, demonstraram alinhamento e concordância com os tópicos abordados, evidenciando que os profissionais acreditam que a maternidade possui condições iniciais que podem ser potencializadas para a viabilização de uma futura implantação de Comissão Perinatal. Considerações Finais: Ao analisar a percepção dos profissionais de saúde sobre a proposta de implantação da Comissão Perinatal, os profissionais tiveram uma receptividade positiva reconhecendo a criação da Comissão como uma estratégia promissora para identificar e compreender os fatores que impactam negativamente a saúde materno-infantil
Referências
BITTENCOURT, S. D. A. Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal e Atuação em Comitês de Mortalidade. Rio de Janeiro: Editora ENSP, 2013. Disponível em: https://ensp.fiocruz.br/vomif/assets/pdf/material/livro_texto.pdf. Acesso em: 07 jan. 2025.
BRASIL. Boletim Epidemiológico - Mortalidade infantil no Brasil, [Internet]. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2021/boletim_epidemiologico_svs_37_v2.pdf/view. Acesso em: 28 jan. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Asfixia perinatal é a terceira causa de morte neonatal no mundo, [Internet], 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/dezembro/asfixia-perinatal-e-a-terceira-causa-de-morte-neonatal nomundo#:~:text=Segundo%20a%20Organização%20Mundial%20da,de%2037%20a%2042%20semanas. Acesso em: 29 de jan. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.172, de 15 de junho de 2004. Aprova as normas e diretrizes da assistência ao recém-nascido em sala de parto. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 jun. 2004a. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2004/prt1172_15_06_2004.html. Acesso em: 02 jun. 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Manual dos comitês de prevenção do óbito infantil e fetal. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2004b. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/pdfs/Manual_obito_Infantil_Fetal.pdf. Acesso em 27 jan 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde. Síntese de evidências para políticas de saúde: mortalidade perinatal. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/sintese_evidencias_mortalidade_perinatal.pdf. Acesso em: 27 jan. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Educação Permanente como ferramenta estratégica de gestão de pessoas. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/educacao_permanente_ferramenta_estrategica_gestao_pessoas.pdf. Acesso em: 26 de jan. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de vigilância do óbito infantil e fetal e do Comitê de Prevenção do Óbito Infantil e Fetal. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_obito_infantil_fetal_2ed.pdf. Acesso em: 02 jun. 2024.
CAMBRAIA, F. B.; SANTOS, T. W. S.; LANTELME, E. M. V. Disseminação de práticas de segurança e saúde do trabalho entre empresas de construção por meio de ambientes colaborativos de aprendizagem. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 17, n. 4, p. 425-439, out./dez. 2017. Disponível em:. Acesso em: 26 jan. 2025.
FERREIRA, L. et al. Educação Permanente em Saúde na atenção primária: uma revisão integrativa da literatura. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 43, n. 120, p. 223-239, jan-mar 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/3wP8JDq48kSXrFMZqGt8rNQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 27 de jan. 2025.
FREDIANE, V. D.; ANDRADE, C. Assistência Integral e Humanização de Enfermagem no Puerpério Imediato. Revista FT. Ciências da Saúde, Rio de Janeiro, v. 27, n. 127. Out. 2023. Disponível em:https://revistaft.com.br/a-assistencia-integral-e-humanizada-de-enfermagem-no-puerperio-imediato/. Acesso em: 26 de jan. 2025.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MAGLUTA, C. et al. Estrutura de maternidades do Sistema Único de Saúde do Rio de Janeiro: desafio à qualidade do cuidado à saúde. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, Recife, v. 9, n. 3, p. 319-329, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbsmi/a/rtFzbcMwK8V7hwybg9P78Lh/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 26 jan. 2025.
MAIA, M. B. Humanização do parto: política pública, comportamento organizacional e ethos profissional. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2010.
MENDES, M. et al. Força de trabalho de enfermagem: cenário e tendências. Revista de Enfermagem da UFSM, Santa Maria, v. 12, e11, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reufsm/article/view/67928. Acesso em: 27 de jan. 2025.
MINAYO, M. C. S. (org.). Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. 18 ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS - ONU. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, [Internet]. 2010. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/66851-os-objetivos-de-desenvolvimento-do-milênio. Acesso em: 29 de jan. 2025.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE - OMS. Centro Colaborador da OMS para Classificação das Doenças em português. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. 10 ed. São Paulo: EDUSP, 2008. Disponível em: https://www.edusp.com.br/livros/cid-10-1/. Acesso em: 02 jun. 2024.
POZO, I. P; CRESPO, M. P. A. Aprendizagem e a Solução de Problemas: uma análise crítica, [Internet], 2009. Disponível em: https://www.ufrgs.br/espmat/disciplinas/novos_conteudos/2009/modulo_I/pdfs/rp_pozo.pdf. Acesso em: 27 de jan. 2025.
PREZOTTO, K. H. et al. Mortalidade Neonatal precoce e tardia: causas evitáveis e tendências nas regiões brasileiras. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 36, n.1, p. 1-10, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ape/a/dS63MGZyrqSmYFpBvdHjsMy/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 29 jan. 2025.
RIBEIRO, E. D. L. M. et al. Hospital Regional Materno Infantil de Imperatriz, Maranhão: via de parto predominante em outubro e novembro de 2013. Journal of Management & Primary Health Care, São Paulo, v. 5, n. 2, p.195-201, jul./dez. 2014. Disponível em: https://doi.org/10.14295/jmphc.v5i2.216. Acesso em: 26 de jan. 2025.
RODRIGUES, T. D. F; OLIVEIRA, G. S; SANTOS, J. A. As Pesquisas Qualitativas e Quantitativas na Educação. Revista Prisma, Rio de Janeiro, v.2, n. 1, p. 154-174, 2021. Disponível em: https://revistaprisma.emnuvens.com.br/prisma/article/view/49. Acesso em: 26 de jan. 2025.
TOLEDO, L. et al. Profissionais de Enfermagem: A força de trabalho que sustenta a saúde no país, [Internet], 2021. Disponível em: https://saudeempublico.blogfolha.uol.com.br/2021/05/28/profissionais-de-enfermagem-a-forca-de-trabalho-que-sustenta-a-saude-no-pais/. Acesso em: 27 jan. 2025.
TOLEDO, R. F.; GIATTI, L. L.; JACOBI, P. A pesquisa-ação em estudos interdisciplinares: análise de critérios que só a prática pode revelar. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, Botucavu, v. 18, n. 51, p. 633-646, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/icse/a/9BvVZJ4ZLR5k7yytfHDxfzn/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 27 jan. 2025.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Transferência de Direitos Autorais
Declaro que em caso de aceitação do artigo, concordo que os direitos autorais a ele referentes se tornarão propriedade exclusiva da Revista Interdisciplinar.
Assinatura do(s) autor(es)
Data: _____________________________________________________________________
Envio de manuscritos
Os manuscritos devem ser enviados pelo sistema eletrônico para a Revista Interdisciplinar.