Concepções de estudantes universitários sobre a escabiose

Autores

  • Patrícia Marques Lima Stade Universidade Federal da Paraíba - João Pessoa, Brasil.
  • Olívia Galvão Lucena Ferreira
  • Laura de Sousa Gomes Veloso
  • Francisca Vilena da Silva
  • Maria Adelaide Silva Paredes Moreira
  • Valéria Peixoto Bezerra

Palavras-chave:

Escabiose. Estudantes. Conhecimento.

Resumo

Este estudo teve como objetivo conhecer a concepção de estudantes universitários sobre a escabiose. Trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa dos dados, que utilizando entrevista semiestruturada como instrumento de coleta dos dados que foram analisadas através da análise de conteúdo temática categorial. Participaram deste estudo cem estudantes universitários de ambos os sexos, com idade variando de 17 a 49 anos. O corpus formado a partir das entrevistas a respeito da concepção dos participantes sobre a escabiose permitiu a formação de quatro categorias: concepções relacionadas ao agente causador; concepções a respeito das manifestações clínicas da escabiose; concepções acerca do tratamento para a escabiose; concepções da escabiose associada à pediculose. Os estudantes universitários têm conhecimento sobre a escabiose e suas formas de tratamento o que contribui para o desenvolvimento de ações preventivas e de tratamento das populações envolvidas. É importante conhecer a concepção de estudantes universitários sobre os mais variados assuntos e processos determinantes que acometem a saúde das populações e sua realidade social, visto que estes estudantes serão futuros profissionais de saúde que estarão prestando assistência às populações em diversos contextos.

Biografia do Autor

Patrícia Marques Lima Stade, Universidade Federal da Paraíba - João Pessoa, Brasil.

Médica. Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal da Paraíba Professora Adjunta da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB, Brasil

Referências

AGOSTINHO, K. M. et al. Doenças dermatológicas frequentes em unidade básica de saúde. Cogitare Enfermagem. v. 18, n. 4, p. 715-721, out-dez. 2013.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Edições 70. Lisboa. 2012.

CORREIA, W. T. F.; RODRIGUES, A. F. S. F.; MESQUITA, V. L. Assistência de Enfermagem na Puericultura Frente a Casos de Escabiose. Revista de Atenção Primária a Saúde. Juiz de Fora, v. 13, n. 2, p. 224-230, abr./jun. 2010.

CUNHA, A. C.; VALENTE, G. S. C. Desvelando o conhecimento dos trabalhadores de enfermagem acerca dos riscos biológicos na emergência. Ensino, Saúde e Ambiente. v. 2, n. 2, p. 69-83, ago. 2009.

GABANI, F. L.; MAEBARA, C. M. L.; FERRARI, R. A. P. Pediculose nos centros de educação infantil: conhecimentos e práticas dos trabalhadores. Esc Anna Nery Rev Enferm. v. 14, n. 2, p. 309-317, abr-jun. 2010.

KOVACS, F. T.; BRITO, M. F. M. Percepção da doença e automedicação em pacientes com escabiose. Anais Brasileiros de Dermatologia. v. 81, n. 4, p.335-340, 2006.

LOFREDO, S. M. et al. Investigação e controle de epidemia de escabiose: uma experiência educativa em aldeia indígena. Saúde e Sociedade. v. 10, n. 1, p. 65-86, 2001.

MATOS, C. et al. Caso dermatológico. Nascer e Crescer Revista de Pediatria do Centro Hospitalar do Porto. v. 22, n. 2, p. 109-110, 2013.

PENHA, A. P. et al. Diagnóstico por Teledermatologia em paciente do Alto Rio Solimões: um caso de escabiose crostosa. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. Rio de Janeiro, v. 8, n. 27, p. 127-131, abr-jun, 2013.

PONTES, J. S. et al. Espaço, saúde e ambiente: uma análise espacial da comunidade santa clara por meios de técnicas de geoprocessamento. Cadernos do Logepa. João Pessoa. v. 2, p. 116-126, jul-dez. 2003.

TAVARES, M.; SELORES, M. Escabiose recomendações práticas para diagnóstico e tratamento. Revista de Pediatria do Centro Hospitalar do Porto. v. 22, n.2, p. 80-86, 2013.

ZANINI, M. Prurigo escabiótico. A propósito de um tratamento eficaz. Medicina Cutânea Ibero-Latino Americana. v. 41, n. 1, p. 46, 2013.

Downloads

Publicado

2014-04-14

Edição

Seção

Artigos Originais